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Automobilismo
Sábado, 23 de dezembro de 2006, 10h02  Atualizada às 10h06
Outras musas que deixam competidores na poeira
 
AP
Norte-americana Danica Patrick é destaque da categoria Indy Race League
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Para sorte, ou não, dos competidores de automobilismo, Fernanda Parra não é a única neste esporte masculinizado. Nomes como Fábia Siqueira, Danica Patrick e Katherine Ledge fazem os pilotos perderem fôlego ou engolirem poeira nas pistas.

Musa da Stock já foi confundida com cozinheira
Veja fotos de Fernanda Parra
Veja musas do automobilismo

Compatriota de Fernanda, Fábia Siqueira também tomou gosto pela rude modalidade, mas com uma adaptação de gracejo. A piloto busca suas vitórias com um fusquinha rosa, o qual lhe rendeu o apelido de Penélope Charmosa, a personagem do antigo desenho animado Corrida Maluca.

Campeã na categoria Fuscas, Fábia reclama, contudo, das dificuldades com patrocínio e custos de manutenção e direciona seus planos de vida para a profissão de publicitária, curso de faculdade em que se forma no final de 2007.

"Pensei em fazer um fusquinha cor-de-rosa, apesar de ser um esporte machista, ia fugir daquela imagem de mulher macho, piloto", justifica Fábia.

Do Brasil para as pistas norte-americanas, Danica Sue Patrick cravou sua imagem no automobilismo mundial não só com a bela feição, mas também como a mulher mais bem sucedida na história da modalidade.

Acostumada aos freqüentes mais de 300 km/h da IRL (Indy Race League), a musa deixou muitos adversários sumirem no retrovisor, emplacou um nono lugar na categoria em 2006 e faturou US$ 923 mil (cerca de R$ 1,986 mil) em prêmios.

Com estes números de sucesso, a também apresentadora de um programa de TV não surpreendeu, só decepcionou os fãs, ao recusar convite para posar para Playboy norte-americana.

E, para trazer à tona, o tom bruto do esporte, um exemplo de que elas também estão sujeitas às conseqüências deste esporte, a bela inglesa Katherine Ledge assustou ao se envolver em acidente na Champ Car, na etapa de Elkhart Lake, em setembro.

Apesar, contudo, da forte imagem do impacto, felizmente, a atleta não se machucou gravemente e está atualmente decidindo em qual equipe competirá na próxima temporada da categoria.

Katherine tem ótima reputação no automobilismo dos EUA por ter se tornado a primeira mulher a vencer uma prova de monoposto no país ao terminar na frente em três corridas da F-Atlantic.

"Oh, Deus, isto não é bom", disse Katherine, ao ver seu carro destruído após a batida, que completou: "este é o maior acidente que eu já vi (quando acompanhou o replay) e o maior em que já estive".
 

Redação Terra