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 Norte-americana Danica Patrick é destaque da categoria Indy Race League |
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Para sorte, ou não, dos competidores de automobilismo, Fernanda Parra não é a única neste esporte masculinizado. Nomes como Fábia Siqueira, Danica Patrick e Katherine Ledge fazem os pilotos perderem fôlego ou engolirem poeira nas pistas.
Musa da Stock já foi confundida com cozinheira
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Compatriota de Fernanda, Fábia Siqueira também tomou gosto pela rude modalidade, mas com uma adaptação de gracejo. A piloto busca suas vitórias com um fusquinha rosa, o qual lhe rendeu o apelido de Penélope Charmosa, a personagem do antigo desenho animado Corrida Maluca.
Campeã na categoria Fuscas, Fábia reclama, contudo, das dificuldades com patrocínio e custos de manutenção e direciona seus planos de vida para a profissão de publicitária, curso de faculdade em que se forma no final de 2007.
"Pensei em fazer um fusquinha cor-de-rosa, apesar de ser um esporte machista, ia fugir daquela imagem de mulher macho, piloto", justifica Fábia.
Do Brasil para as pistas norte-americanas, Danica Sue Patrick cravou sua imagem no automobilismo mundial não só com a bela feição, mas também como a mulher mais bem sucedida na história da modalidade.
Acostumada aos freqüentes mais de 300 km/h da IRL (Indy Race League), a musa deixou muitos adversários sumirem no retrovisor, emplacou um nono lugar na categoria em 2006 e faturou US$ 923 mil (cerca de R$ 1,986 mil) em prêmios.
Com estes números de sucesso, a também apresentadora de um programa de TV não surpreendeu, só decepcionou os fãs, ao recusar convite para posar para Playboy norte-americana.
E, para trazer à tona, o tom bruto do esporte, um exemplo de que elas também estão sujeitas às conseqüências deste esporte, a bela inglesa Katherine Ledge assustou ao se envolver em acidente na Champ Car, na etapa de Elkhart Lake, em setembro.
Apesar, contudo, da forte imagem do impacto, felizmente, a atleta não se machucou gravemente e está atualmente decidindo em qual equipe competirá na próxima temporada da categoria.
Katherine tem ótima reputação no automobilismo dos EUA por ter se tornado a primeira mulher a vencer uma prova de monoposto no país ao terminar na frente em três corridas da F-Atlantic.
"Oh, Deus, isto não é bom", disse Katherine, ao ver seu carro destruído após a batida, que completou: "este é o maior acidente que eu já vi (quando acompanhou o replay) e o maior em que já estive".
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