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O presidente da Confederação Brasileira de Boliche, Geraldo César Maciel, acredita que uma mudança no sistema de classificação da modalidade, para esta edição dos Jogos Pan-Americanos, pode aumentar as chances do Brasil em conquistar uma medalha na competição.
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O Brasil nunca conquistou uma medalha da modalidade no torneio pan-americano, mas os melhores do País, Jacqueline Costa e Fábio Rezende, estão bem confiantes também de que este ano seja a vez da equipe nacional.
"Antes os 32 atletas jogavam 12 partidas, e as medalhas eram distribuídas entre os três melhores. Agora, são jogadas oito partidas para se chegar às oitavas-de-final, e na fase Eliminatória os competidores vão avançando em jogos de melhor de três", explicou o dirigente.
Maciel confia no potencial dos brasileiros e citou o sucesso nas competições sul-americanas como prova disto. Contudo, ele ressalta que as pequenas seleções concentram suas forças em um esporte individual para se projetar no evento, caso de alguns países da América Central
"Contudo, com a mudança do regulamento, o Brasil pode derrotar equipes consagradas como Estados Unidos, Canadá, México e pequenas forças do continente, pois pode contar com uma 'surpresa' na fase Eliminatória. Você pode estar mais concentrado que um adversário favorito e surpreendê-lo", analisou o dirigente.
A Seleção tem oito pré-classificados para o Pan. Uma reunião do mandatário da entidade máxima do boliche nacional com dirigentes do Comitê Olímpico Brasileiro vai definir a Eliminatória final, para se chegar aos quatro representantes brasileiros (dois masculinos e dois femininos).
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