| Lívia Martins/Terra |
 Tomasini quer transformar Itaipu em centro de treinamento |
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Desde o primeiro Campeonato Mundial de Canoagem Slalom, em 2002, o Brasil não tinha conseguido uma performance tão satisfatória como a do mundial deste ano, em Foz do Iguaçu, Paraná. Quatro brasileiros conseguiram passar para a etapa semifinal, incluindo a inédita semifinal feminina, na história da canoagem slalom.
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Fazendo uma comparação com outros anos, as melhores participações do Brasil foram em 2003, na Alemanha, quando Cássio Ramon Petry chegou à semifinal da categoria C1 (canoa individual) e Gustavo Selbach no k1 (caiaque individual) e em 2006, na Austrália com Petry e Filipi Santi Souza na semifinal do C1.
Porém, apesar do excelente desempenho, os brasileiros não garantiram nenhuma vaga olímpica no campeonato. Cássio Ramon Petry, Filipi Santi Souza, Milene Wolf e Bruno José Pereira Machado não conseguiram avançar para a etapa final do evento. Agora, eles precisam se preparar para tentar conquistar a sonhada vaga olímpica na "repescagem" no campeonato Intercontinental, que acontece em abril, em Charlotte, Estados Unidos.
Segundo o presidente da Confederação Brasileira de Canoagem, João Tomasini Schwertner, o balanço é extremamente positivo.
"Houve uma evolução com relação ao último Mundial. A idéia a partir de agora é transformar o Canal de Itaipu em um centro de treinamento internacional de canoagem, além de mais uma atração turística", relata Tomasini.
Ainda de acordo com ele, a equipe brasileira começa a buscar um novo técnico para realizar novas metas. "É sempre bom renovar. Nossa meta principal é conseguir formar técnicos brasileiros. Sabemos que isso é possível", conta Tomasini. "O vôlei, por exemplo, antigamente só 'importava' técnicos, hoje em dia, tem excelentes profissionais, a exemplo do Bernardino¿, acrescenta.
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