| Allen Chahad/Terra |
 Carlos Langoni se autodefine como "doente" pelo time rubro-negro |
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A paixão pelo futebol do consultor financeiro do Comitê Organizador da Copa do Mundo, Carlos Langoni, 62 anos, é antiga. Ex-presidente do Banco Central do Brasil, entre 1980 e 1983, na gestão do general João Batista Figueiredo, Langoni diz que nem nessa época deixou de freqüentar o Maracanã para assistir aos jogos do Flamengo, seu clube de coração. Ele se autodefine como "doente" pelo time.
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"Mesmo na época em que eu estava no governo, não deixava de ir ao Maracanã no domingo com meus filhos ver o Flamengo jogar. Ia dirigindo o meu carro e não perdia um jogo. É um hábito de família. O futebol está ligado à própria raiz brasileira, como a cultura, faz parte da nossa matriz", diz.
Langoni diz que mesmo quando o rubro-negro joga em São Paulo, aproveita para ir à cidade. "Já estive lá várias vezes. Acabo aproveitando para resolver outras coisas e para ver as partidas".
Ele afirma que a última vitória da Seleção Brasileira, contra o Equador, por 5 a 0, no Maracanã, é um exemplo prático de que com alguma criatividade é possível melhorar as condições de acesso ao estádio, mesmo sem a realização de nenhuma obra.
"Não precisa gastar um centavo, construir nada novo, só se organizar. Acabaram com o estacionamento irregular em torno do Maracanã e eu levei meia hora da minha casa até o estádio e outros 15 minutos para voltar", disse. Segundo ele, em um jogo dessas proporções, com público superior a 70 mil pessoas, o acesso ao Maracanã costuma ficar bastante complicado.
Durante a entrevista, Langoni afirmou também ter assistido pelo menos três Copas do Mundo, como torcedor. A da Alemanha (2006), do Japão e Coréia (2002) e dos Estados Unidos (1994).
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