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 Gilmar Fubá espera ajudar no começo do Red Bull Brasil |
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Campeão Mundial de Clubes com o Corinthians em 2000, o volante Gilmar Fubá já passou por diversos times no Brasil e no exterior, mas nunca em uma equipe na qual é chamado de "pai" pelos companheiros. Aos 32 anos, o jogador contratado pela nova equipe Red Bull Brasil não acha ruim o apelido e se diverte passando um pouco da sua experiência no futebol.
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Brasil estréia mirando elite
"Fico contando minhas histórias e os moleques racham o bico. Até me chamam de pai, mas é legal porque parece que é tudo novo. Conto histórias sobre dinheiro, fama, noite, mulheres e a gente já vai alertando os mais jovens sobre tudo isso", disse o jogador que começa a disputa da Segunda Divisão do Campeonato Paulista.
Famoso pela mamadeira de fubá que tomava na infância, o jogador se destacou no Corinthians entre 1996 e 2000, depois passou por Criciúma, Schalke 04, da Alemanha, Hyundai, da Coréia, e Al Ahli, do Catar. De volta ao Brasil, empolga-se com a aposta da grande empresa de energético em seu futebol. "É um desafio a mais na minha vida."
Como o regulamento permite apenas três jogadores acima dos 23 anos em campo, Fubá se tornou a estrela do time fundado no final de 2007. O volante treina com os novos companheiros em Vinhedo, no Interior paulista, há cerca de dois meses e já se sente em casa. Com "chefes" no lugar de dirigentes e dinheiro na conta bancária, o volante nem pensa mais em jogar pelos "grandes".
"Voltei do Catar faz dez meses e estava parado porque os caras não cumprem compromissos. Aqui é diferente, não somos um time, mas uma empresa. Somos todos funcionários e os diretores são chefes. De 15 em 15 dias estamos recebendo o salário. Todo mundo trata a gente com respeito, gostei muito do pessoal. Se depender de mim, daqui eu não saio", disse o atleta.
Gilmar Fubá tem contrato com a nova equipe até o final deste ano, mas já planeja seguir com o novo time até a elite do esporte. "Só vou parar quando chegarmos à primeira divisão e conquistarmos o Campeonato Paulista. Com dinheiro fica mais fácil. A gente sabe que a empresa é séria e pode chegar lá", argumentou o veterano.
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