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Juvenal Juvêncio foi reeleito presidente do São Paulo hoje à noite. Com 147 votos, ele superou Aurélio Miguel, candidato da oposição, que teve somente 64. Dos 239 conselheiros do clube, 213 foram ao Salão Nobre do Morumbi para votar.
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Enquanto Juvenal estava cercado de seus mais leais escudeiros, como o assessor João Paulo de Jesus Lopes e o diretor de marketing, Júlio Casares, Aurélio passou a maior parte do tempo isolado, ciente da derrota.
Um dos líderes da oposição, José Augusto Bastos Neto, presidente entre 1998 e 2000, já reconhecia a vitória de Juvenal quando menos da metade dos conselheiros havia votado.
De acordo com a mudança estatutária aprovada pelo Conselho Deliberativo no início do ano, o mandato do presidente, agora, é de três anos. Até 2011, Juvenal Juvêncio comandará o São Paulo.
Com o resultado, dois eram os assuntos da noite: o episódio do gás no vestiário do Parque Antarctica e a partida desta quarta-feira, contra o Atlético Nacional, da Colômbia, no Morumbi, pela Libertadores.
Dirigentes e conselheiros do clube também esperam uma reformulação em caso de eliminação precoce. Mesmo não vencendo a eleição, Aurélio Miguel deixou claro que a oposição irá fiscalizar a atual diretoria são-paulina.
"A oposição está aqui. Foi o que fez o São Paulo ficar forte. Meu sonho é que o clube traga transparência. Vamos fiscalizar os atos da diretoria. Que apresente pergunta para as nossas respostas", disse Aurélio.
Conselhos
Mais duas eleições movimentaram o São Paulo. Adhemar de Barros recebeu 139 votos e acabou eleito presidente do Conselho Deliberativo. Já no Conselho Fiscal foram definidos cinco representantes: Celso Magalhões, João Hercílio, Antônio Peralta, Kazuiro Yano e Sidney Costa Gonçalves.
Com informações das agências Lancepress e Gazeta Press.
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