|
|
 |
Busca |
|
Busque outras notícias no Terra:
|
 |
|
Longe das cobranças comuns a quem comanda qualquer time ou seleção, Carlos Alberto Parreira tem experimentado o outro lado da moeda. Esteve no Maracanã na última quarta-feira e viu o seu Fluminense eliminar o Boca Juniors da Copa Libertadores da América.
» Leia mais notícias do jornal O Dia
Ele entende bem o sentimento de Renato Gaúcho, assim como a pressão que Dunga enfrentará depois da derrota para a Venezuela. Mas acredita que tudo dará certo para os dois e prevalecerá a força do futebol brasileiro.
Ontem, no lançamento da Maratona do Rio, Parreira disse que só não vai correr porque tem um encontro marcado com o médico José Luiz Runco depois das duas rodadas das Eliminatórias: "Vou operar o joelho".
LIBERTADORES
"O Fluminense chegou à final e agora não tem para ninguém! O time tem mostrado muita luta e superação. Tomou gol em todos os jogos e foi buscar o resultado que precisava. Estive no Maracanã, contra o Boca Juniors, e fiquei encantado. Tinha cara de final de Copa".
RECONHECIMENTO
"Gostei da alegria da torcida. Fui muito cumprimentado e estarei na final. Todo mundo me abraçava. Foi uma experiência diferente assistir no meio da torcida"
VENEZUELA
"Já estava sendo esperada uma dessas a qualquer momento. A Venezuela teve um crescimento incrível nos últimos quatro anos, está em quinto nas Eliminatórias e tem vários jogadores no exterior. O Dunga pagou caro pelas experiências que fez. Foi um resultado histórico".
ELIMINATÓRIAS
"No jogo contra o Paraguai, a coisa muda. O Dunga vai colocar o time mais experiente. Já contra a Argentina eles vão bem em casa e nós vamos bem aqui. O trabalho na Seleção está sendo muito bem executado".
EQUIPE OLÍMPICA
"É complicado. Nós nunca tivemos um projeto de Seleção Olímpica. A duas semanas dos Jogos, vamos juntar jogadores e torcer. Pelos valores, temos time para ganhar, mas falta entrosamento. Não é uma crítica. O Brasil nunca deu importância à Olimpíada e na hora pensa em medalha".
DUNGA NA CHINA
"Tecnicamente, é correto o técnico da Seleção principal dirigir a equipe numa Olimpíada, para ter a oportunidade de ver de perto jogadores que poderão ser utilizados mais tarde. No Brasil, há essa mentalidade e cobrança estúpida que não deveria existir, de que se perder a medalha compromete o cargo na principal. Aconteceu com o Vanderlei Luxemburgo. Sob esse aspecto, é arriscado".
SAUDADE DA SELEÇÃO?
"Estou com saudade da rotina do futebol. Mas até dezembro estou de férias e quero viajar para a Europa".
|