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Elias era atacante quando chegou às categorias de base do Palmeiras. Passou por Juventus, Náutico e Ponte Preta como meia-armador. No Corinthians, o jogador foi novamente recuado. E já se conformou em ser volante.
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"Quando fui contratado, o Mano me falou que eu seria segundo volante. Ele viu algumas partidas minhas nessa posição e gostou. Mas, independentemente da posição, quero jogar para ajudar o Corinthians", priorizou.
A escassez de volantes no elenco do Corinthians e o excesso de meia-atacantes colabora para a improvisação do atleta. A disparidade nos setores aumentou ainda mais com a contusão de Fabinho e a chegada de Morais. "Posso render mais como meia, mas acho que estou me saindo bem na contenção", avaliou Elias.
No início de sua passagem pelo Corinthians, no entanto, o jogador sofreu com as críticas. Recém-casado e em um grande clube, ele reconhece que demorou a se ambientar à nova fase da carreira. "Vim para o lugar onde sempre sonhei estar. Minha adaptação foi um pouco difícil porque estava chegando de um time um pouco menor. Mas meu pai me preparou para isso. Já me sinto bem, pronto para as cobranças", garantiu.
Em seu 18º jogo pelo Corinthians, a goleada por 5 a 0 sobre o Gama, Elias marcou seu primeiro gol no Pacaembu e desabafou contra quem o questionava. "E devo tudo isso ao Mano Menezes, que me ajudou muito. Só estou jogando mais atrás porque ele me passou confiança para exercer essa função", relacionou.
Elias não é o primeiro jogador que Mano Menezes muda de posição, Carlos Alberto deixou o meio-campo e transformou-se definitivamente em lateral-direito. "Mesmo com o Fabinho machucado, vou continuar fazendo a mesma coisa de antes: ajudando a defesa e chegando um pouco ao ataque", prometeu o volante titular do Corinthians.
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