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Por meio de um comunicado oficial, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) se defendeu das acusações de que a Assembléia que reelegeu Carlos Arthur Nuzman para mais um mandato à frente da entidade, realizado nesta quinta-feira, era irregular.
De acordo com o COB, a reunião foi convocada "com estrita observância das regras estatutárias" e o edital foi publicado em dois jornais diários de circulação na cidade do Rio de Janeiro, além de a todas as confederações terem sido notificadas.
Na verdade, o problema apontado pela imprensa nos últimos dias é que diversas confederações foram avisadas fora do prazo estabelecido pelo estatuto, datado de 2004. Além disto, os jornais nos quais os editais foram publicados são o Jornal dos Sports e o Jornal do Commercio, que não estão entre os cinco maiores da capital fluminense.
O COB ainda tentou justificar as eleições convocadas às pressas por Nuzman, pegando diversos dirigentes de surpresa. "A assembléia geral, ainda nos termos do que dispõe o estatuto do Comitê Olímpico Brasileiro, deve ocorrer no último trimestre do ano da realização dos Jogos Olímpicos de Verão", destaca o documento.
A entidade ainda afirmou que, apenas duas das 28 confederações filiadas, futebol e desportos no gelo, não participaram da votação, apesar de terem confirmado presença.
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