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No desembarque da Seleção Brasileira em Brasília, na noite desta segunda-feira, o meia Kaká destacou a alegria de voltar à sua cidade natal para o amistoso contra Portugal, marcado para esta quarta-feira, no Estádio Bezerrão, no Gama.
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No entanto, o atual melhor jogador do mundo, segundo prêmio recebido pela Fifa no ano passado, evitou qualquer tipo de disputa pessoal com o português Cristiano Ronaldo, jogador do Manchester United e que é apontado por muitos críticos como principal favorito à escolha da entidade.
"Nunca gostei deste tipo de comparação, de colocar dois jogadores assim, frente à frente no jogo. Acho que é um jogo só entre Brasil e Portugal", disse o ex-são-paulino, que afirmou que viajou ao lado dos rivais portugueses em vôo fretado, que partiu de Londres, e disse que o ambiente foi bem descontraído.
Apesar de estar na briga pela reeleição ao prêmio, o próprio Kaká reconhece que largou atrás do rival na disputa pelo longo período que ficou parado por uma lesão e pela falta de títulos do Milan na temporada, ao contrário do que ocorreu com o Manchester, que faturou o Campeonato Inglês e a Copa dos Campeões.
"Eu continuo fazendo a minha parte. É claro que não depende mais só de mim, tem a votação dos treinadores, capitães. Acho que o que conta muito é o que você faz em grupo. E acho que, se ele for mesmo o vencedor, vai ser merecido por tudo aquilo que ele fez e pelo que conquistou no Manchester", disse.
Um dos mais assediados da delegação brasileira e uma das principais atrações da volta da Seleção à Brasília, Kaká não escondia a alegria com a possibilidade de atuar onde nasceu. "Para mim isso é especial, ainda mais no Gama, que é um lugar onde nasci e comecei. Vai ser um jogo histórico e memorável", afirmou.
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