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Quinta, 4 de dezembro de 2008, 08h40 
Caio Júnior deixa Gávea pela porta dos fundos
 
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Caio Júnior acusou o golpe. Na última quarta-feira, um dia após os muros da Gávea serem pichados com ameaças e pedidos para o time entregar o jogo contra o Atlético-PR, o técnico, acuado e contrariado, decidiu não conceder entrevistas e deixou o clube pela porta dos fundos.

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O apoio que o técnico recebeu dos líderes Fábio Luciano e Bruno não foi capaz de esconder o incêndio no departamento de futebol, onde diversos integrantes não vêem a hora da saída do treinador, no domingo.

Com um ambiente estranho na Gávea, Caio ficou quase uma hora até deixar o vestiário e, através da assessoria de imprensa, avisou que não daria entrevistas. O goleiro Bruno deu declarações fortes.

"Crucificá-lo é uma injustiça. Ele não entra em campo, não pode fazer gol e decidir o jogo, e é um cara trabalhador. Temos de agradecer pelo trabalho que ele fez. O Caio está se preservando, tem mesmo é que ficar calado. Acho que o grande defeito do Caio é ser bom demais", afirmou Bruno.

Questionado se os jogadores poderiam fazer um pedido pela permanência de Caio, o goleiro foi sincero. "Tem que ver se o Caio quer ficar depois de tudo o que aconteceu com ele".

Capitão e "bombeiro" do time, Fábio Luciano também fez o papel de advogado do treinador. "Se for opção dele deixar o clube, ou da diretoria, a gente vai entender e torcer para que se dê bem para onde for. Não sabemos o futuro que nos aguarda, mas vamos terminar o campeonato de forma digna", disse.

Mas o clima, que já era ruim, está ainda pior nos últimos dias de Caio Júnior na Gávea. Apesar do discurso de Bruno e Fábio Luciano, alguns jogadores já não suportam mais a situação, assim como integrantes do departamento de futebol, que questionam os métodos de Caio e dizem que ele é centralizador. "É um lobo em pele de cordeiro", resumiu um integrante do futebol.


 

O Dia

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