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Mesmo preservado do corte que o Flamengo promoveu esta semana em suas modalidades olímpicas, o basquete rubro-negro não escapou da crise. Com salário atrasados e ainda aguardando os prêmios pelas conquistas do Nacional e do Estadual, os atletas podem não entrar em quadra na primeira rodada da disputa do Novo Basquete Brasil (NBB), na quarta-feira.
Neste sábado, os jogadores tiveram uma reunião com a vice-presidente de esportes olímpicos, Patrícia Amorim. Receberam a promessa de que a situação será resolvida até esta segunda, mas os atletas ainda se mostram receosos, especialmente porque o regulamento da competição não permite que um jogador atue por outro clube até o meio do ano, caso já tenha defendido uma camisa rival no torneio.
A diretoria da NBB, no entanto, já até admite a hipótese de fazer um campeonato com um time a menos - a hipótese de outra agremiação substituir o Flamengo está descartada.
O clube, por sua vez, negocia pagar parte da dívida com os atletas para que eles continuem defendo o time até que mais recursos entrem em caixa.
Por conta do patrocínio da Petrobras, o basquete do Flamengo havia tido a promessa de ser "preservado" da crise instalada no clube, assim como o remo, cujas atividades são mantidas por determinação estatuária.
A ginástica artística, entretanto, praticamente fechou suas portas com a decisão de não renovar os contratos de Jade Barbosa, Diego e Daniele Hypólito, que também estão com vencimentos atrasados.
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