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O presidente do Boyacá Chicó, Eduardo Pimentel, criticou o vice de marketing do Grêmio, César Pacheco, por tentar mudar o local da partida entre as duas equipes alegando falta de segurança na Colômbia. O tricolor gaúcho queria que a partida fosse transferida de Tunja para Bogotá por temer alguma ação das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) no trajeto de 120 quilômetros até a cidade, no centro do país. Ex-funcionário da Polícia Federal, Pacheco disse à "Rádio Bandeirantes" que temia pela segurança da delegação no trajeto da capital colombiana até o local da partida, pelo grupo 8 da Libertadores. O trajeto é feito em uma estrada que passa por uma selva. Irritado, o dirigente do Chicó disse que as declarações foram "irresponsáveis" e que Pacheco deve estar "drogado", pois não existe selva a uma hora de Bogotá. Além disso, afirmou que a estrada entre Bogotá e Tunja é uma das melhores do país na atualidade. "Peço a ele que não fale bobagens. Eles não estão nem aí para o perigo, não querem vir para cá porque estarão na altitude (2.775 metros sobre o nível do mar), e isso causa pânico", afirmou. O Grêmio sai na segunda de São Paulo rumo a Cali, na Colômbia, e ficará lá. O time vai na terça para Bogotá e só no dia do jogo irá ao Estádio La Independencia, com capacidade ampliada de 13 para 20 mil pessoas.
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