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O Rio de Janeiro terá a chance de empatar a série melhor-de-três das semifinais contra o Brusque, nesta terça-feira, às 21h, no ginásio do Tijuca Tênis Clube, no Rio de Janeiro. O time quer o apoio da torcida para essa partida decisiva da Superliga Feminina de Vôlei. Se obtiver o empate na série, que perde por 1 a 0, o Rexona provoca o terceiro confronto, dia 11, novamente no Rio. Para a campeã olímpica Fabi, as jogadoras sabiam que a série semifinal contra o Brusque não seria fácil. "Eu sai aborrecida da quadra, em Brusque, porque não nos apresentamos bem. É um adversário que veio crescendo desde as quartas-de-final. Jogamos mal, mas já colocamos a cabeça no lugar. Temos de ter humildade para respeitar um adversário que é duro, mas observar que se elas fizeram um bom jogo, no primeiro confronto, também podemos nos apresentar melhor. Agora, é fazer a nossa parte", observou a líbero, que completa 29 anos no dia do jogo. A ponta Virna está fora da partida por causa de uma distensão muscular na panturrilha da perna esquerda. O Rio de Janeiro liderou a fase classificatória da Superliga Feminina vencendo as finais dos quatro turnos. Fez a campanha mais regular do campeonato, com 24 vitórias e duas derrotas. Nos playoffs das quartas-de-final venceu o Minas Tênis Clube por 2 a 0. Começou a semifinal perdendo por 1 a 0. Se perder novamente, nada disso terá adiantado. Uma das melhores jogadoras do Brusque, Ju Costa, comenta essa possibilidade. "Temos que fazer o nosso melhor. O Rexona tem uma grande equipe, com grandes jogadoras. É um jogo difícil, mas precisamos lembrar que tivemos qualidades para vencer a primeira partida. Ninguém ganhou ou perdeu nada ainda. Está 0 a 0. Não pode faltar determinação e vontade. O importante é acreditar o tempo todo", disse a jogadora do Brasil Telecom.
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