| Maurício Val/Vipcomm /Divulgação |
 Bernardinho passa instruções para suas comandadas durante duelo |
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Campeão com o Rio de Janeiro na Superliga feminina de vôlei, o técnico Bernardinho torcerá agora pelo seu filho Bruninho, que disputará a final da Superliga masculina pelo Florianópolis neste domingo, contra o Minas.
"Pai sofre mais que técnico. Mas amanhã sou só pai e torcedor", diz Bernardinho.
O treinador comemorou a vitória deste sábado e creditou o título à confianças das meninas que estiveram dentro de quadra. "O Rio nunca deixou de acreditar. Foi assim em toda a competição. Estivemos em desvantagem hoje na final, mas o time continuou acreditando", disse Bernardinho, técnico do Rio. "São os detalhes que fazem a diferença. Hoje entrou a Monique, na semifinal entrou a Fernanda e a Amanda. Uma mexida, uma movimentação, uma bola defendida a mais. Mas o mais importante foi a confiança", acrescentou.
O espírito de grupo unido faz um time campeão segundo o técnico. "Esse espírito faz com que qualquer equipe seja campeã. A seleção durante muitos anos, tanto a masculina como a feminina, pautava sua trajetória e crenças, sobre a questão de espírito coletivo. E nossa equipe acreditou nisso o tempo todo", explicou.
"Qualquer esporte coletivo depende disso. Ninguém vai decidir um jogo sozinho. A Monique teve um papel muito importante hoje porque desequilibrou um pouco a estratégia da equipe do Osasco. A Fabi sempre pegando as bola. Mas a equipe como um todo foi muito bem", ressaltou o técnico.
A líbero Fabi, do Rios, após imortalizar as mãos na calçada dos campeões de destaque na calçada da fama do Maracanãzinho, disse que é um momento especial. "Isso é o mais bacana na vida da gente. É uma emoção muito boa deixar seu nomezinho na história de alguma maneira. Ainda mais após um dos maiores clássicos do vôlei brasileiro. Ainda não caiu a ficha. Mas defender um time como o Rio é um privilégio", conta Fabi, eleita a melhor defesa da competição.
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