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O pivô Rabicó, com passagens pela Seleção Brasileira de futsal e Barcelona, morreu na noite desta sexta-feira ao sofrer um infarto depois do final da partida entre e Assaf e ACBF, no Ginásio Poliesportivo Municipal de Santa Cruz do Sul, no Rio Grande do Sul, válida pelo Campeonato Gaúcho da primeira divisão.
» Mande mensagem à família de Rabicó
Ainda em quadra, José Carvalho da Cunha Júnior, 39 anos, que inclusive já fazia planos de aposentadoria, sofreu um mal súbito e caiu desacordado no momento em que concedia entrevista aos repórteres, iniciando grande preocupação de jogadores, comissão técnica e torcedores. Levado com urgência ao Hospital Santa Cruz, localizado a 170 km da capital Porto Alegre, o pivô não resistiu.
Integrante da Seleção Brasileira na década de 90, Rabicó era considerado um dos ídolos da torcida do Assaf, time em que realizava sua segunda passagem e onde conquistou o vice-campeonato da Série Bronze em 2006. Nesta sexta-feira, o pivô participou da derrota por 6 a 3 diante da ACBF e foi o responsável pelo último gol de sua equipe na partida.
Em contato com o Terra, a assessoria de imprensa do Assaf confirmou que a causa da morte foi uma parada cardio-respiratória, disse que Rabicó não apresentava um histórico de problemas no coração e destacou que o clube gaúcho está à espera dos familiares da vítima para realizar o enterro e velório do corpo, que deve acontecer neste sábado.
Diante do atual campeão do Estado, com o ginásio com mais de 3 mil pessoas, o veterano pivô praticamente não atuou durante o primeiro tempo e só esteve em quadra para cobrar uma falta. Já na etapa final, entrou faltando menos de nove minutos e participou pouco da partida, apesar de ter balançado as redes no fim. No entanto, foi alvo de um "ataque fulminante" segundo seu clube, que fez questão de destacar que a ambulância estava no local e foi rapidamente atendido no hospital, onde tentou ser reanimado por cerca de 30 minutos, mas teve a morte confirmada às 22h30 (de Brasília).
De acordo com o Assaf, Rabicó já fazia planos de se aposentar das quadras e disputava seu último ano como jogador profissional. Perto de pendurar os calçados, o atleta já estava preparado para iniciar nova carreira no clube gaúcho, já que trabalhava como professor nas categorias de base do time.
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