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A Seleção Brasileira de basquete feminino, que se prepara para a Copa América/Pré-Mundial de Cuiabá, em setembro, tem uma disputa inusitada pela posição de pivô titular. Alessandra, Kelly e Nádia, atletas de três gerações diferentes da seleção, lutam pela vaga.
A mais experiente é Alessandra, que em 1997, quando Kelly estreou pela equipe, já tinha no currículo o Campeonato Mundial da Austrália, em 1994, e a medalha de prata nas Olimpíadas de Atlanta, em 1996. "Não importa a idade, somos três pivôs que querem fazer o melhor para o Brasil. A gente sempre aprende coisas novas convivendo com pessoas que vivem, jogam e pensam diferente de você", explicou.
A mescla de gerações é aprovada por Kelly, que conquistou o bronze olímpico em Sidney-2000. "Eu tento passar para a Nádia um pouco mais de tranqüilidade para que ela possa desenvolver o potencial dela nos jogos. Aprendi muito com quem eu fui encontrando na minha carreira como Marta e Alessandra", afirmou. "Por isso, procuro contribuir ajudando quem chega", completou.
A novata do grupo, Nádia, também vê com bons olhos o trabalho ao lado das duas companheiras de posição mais experientes. "Elas me dão dicas sobre tática, posicionamento, arremesso. Se não viajar para a Copa América, continuarei trabalhado e voltarei melhor para o meu clube", disse.
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