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Gerasime Bozikis, o Grego, deixou a presidência da Confederação Brasileira (CBB) no dia 4 de maio, após 12 anos à frente da entidade. Quase cinco meses depois, ele afirmou que não sente saudade de estar no comando.
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"Minha vida foi dedicada ao basquete. Não sinto falta da CBB, pois como presidente da Abasu (Associação de Basquete Sul-America) estou sempre nos torneios, envolvido com o basquete, fazendo o que gosto", disse o ex-mandatário.
Sem demonstrar nenhum rancor, Grego afirmou que torce pelo sucesso do atual presidente, Carlos Nunes, e colocou-se à disposição para ajudar o basquete brasileiro.
"Quem está fora tem de ajudar o basquete brasileiro", afirmou. Grego fez ainda uma avaliação do tempo em que ficou no comando da CBB e classificou sua gestão de 12 anos de "razoável para boa".
"A falta de títulos e classificação para a Olimpíada foi o que tornou a situação delicada, pois em outras áreas fomos bem, como desenvolvimento de árbitros, consolidação do Campeonato Nacional e a assinatura de um patrocínio longo com a Eletrobrás (até 2012)", avaliou Grego.
O próximo passo do ex-presidente será a integração ao Conselho da Fiba (Federação Internacional de Basquete), que ocorrerá no ano que vem, durante o Mundial da Turquia.
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