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 Brasileira reclamou das condições |
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Para Poliana Okimoto ser campeã da Copa do Mundo de naratonas aquáticas nesta quarta-feira, bastava para ela apenas completar a 12ª e última etapa do circuito, em Sharjah, nos Emirados Árabes Unidos. A brasileira, porém, não quis saber de se poupar e ganhou a prova contra um mar revolto. Um dos piores que já enfrentou, segundo a própria nadadora.
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"Foi uma prova difícil, tinha muita onda, muito vento. Estava horrível nadar. Foi uma das piores provas que eu já disputei. Tinha muita marola dentro do mar, que pegava no braço e dificultava o nado. É um tipo de mar em que eu não gostava de nadar. Mas venci e fiquei muito feliz com meu resultado", disse a brasileira, minutos após ser campeã.
Este foi o primeiro título da brasileira no circuito mundial de maratonas aquáticas. Poliana venceu nove das 12 etapas realizadas, mas este número poderia ter sido maior, já que ela não competiu em uma das provas - em Lac St. Jean, no Canadá, em julho. Pela conquista, a nadadora ganhará US$ 15 mil (cerca de R$ 26 mil).
"Este ano foi o primeiro em que fiz o circuito inteiro, antes eu nadava apenas uma ou duas provas. Isso fez com que eu crescesse muito, e adquirisse mais experiência. Eu amadureci muito como pessoa", declarou.
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