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A FIFPro (Federação Internacional de Jogadores de Futebol Profissionais) anunciou nesta quinta-feira que ainda tem dúvidas sobre a viabilidade da proposta de proibir as equipes de escalarem mais de cinco jogadores que não sejam do país de origem dos clubes, apesar do apoio dado pela Fifa à ideia.
O polêmico projeto, conhecido como "6+5", foi elogiado na quarta-feira em Budapeste (Hungria) pelo suíço Joseph Blatter, presidente da Fifa.
Durante uma conferência sobre a autonomia do esporte na União Europeia (UE), o dirigente argumentou que a medida daria "oportunidade aos clubes de países mais pobres de conseguirem melhores resultados" em campo. O plano, segundo ele, "os ajudaria a manter bons jogadores por mais tempo", já que as equipes européias teriam mais restrições para contratar estrangeiros.
Por meio de nota, a FIFPro disse que a proposta é boa apenas em relação ao aspecto esportivo, mas que "ainda não está de acordo com a legislação da UE". "Os jogadores são trabalhadores e seu direito de livre circulação deve ser respeitado", acrescenta o comunicado.
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