Preste sua homenagem a Serginho
Antes do zagueiro Serginho, três jogadores morreram durante a prática do futebol. No dia 25 de janeiro, o atacante húngaro Miklos Fehér, do Benfica, morreu no final da partida contra o Vitória de Guimarães. A imagem do atleta sorrindo pouco antes de desabar em campo foi mostrada a todo o mundo.
Quando o ocorrido ainda chocava a todos, dois dias depois, um jogador de 30 anos, identificado apenas como Andreas, sofreu um colapso em treino do Kavlinge, da Quarta Divisão sueca.
Em maio, o futebol português vivenciou outro drama de perto. O jovem Bruno Baião, de apenas 18 anos, teve uma parada cardíaca logo após treinar pela equipe júnior do Benfica. O jogador foi levado para um hospital e, após permanecer quatro dias em coma profundo, seu falecimento foi anunciado.
Na Copa das Confederações de 2003, o camaronês Marc-Vivien Foe desmaiou no meio-campo aos 27 minutos do segundo tempo na partida contra a Colômbia. O atleta foi retirado do gramado respirando com o auxílio de um balão de oxigênio.
A causa da morte foi uma parada cardiorrespiratória. O jogador foi submetido a uma massagem cardíaca durante 45 minutos. Até o médico da seleção colombiana, Héctor Fabio Cruz, tentou ajudar o atleta, que ainda foi levado do estádio Gerland para um hospital de Lyon.
No Brasil, duas mortes em campo aconteceram nos anos 80. O zagueiro Beto, do Moto Clube, morreu de enfarte durante o jogo contra o Tocantins, no dia 14 de setembro de 85, em São Luís.
Três anos antes, o lateral-direito do Sport Carlos Alberto Barbosa na partida contra o XV de Jaú, pelo mesmo motivo.