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"Se houver uma situação semelhante, o atendimento deve ser o mesmo", afirmou.
"Pelo tempo em que ele foi atendido, seria absolutamente recuperável. Não sabíamos das condições anteriores do atleta, nem se a doença permitira atendimento. Isso foi uma fatalidade", disse Altmann.
O médico negou que o fato de a ambulância estar trancada, em um primeiro momento, possa ter trazido algum prejuízo ao atendimento.
"Se o motorista estivesse na ambulância o procedimento seria absolutamente igual. Não haveria nenhuma modificação no êxito do atendimento", afirmou.
Altmann revelou que o atleta deixou o Morumbi em estado crítico. "Normalmente, as manobras de ressuscitação duram de 40 a 50 minutos. Nós não desistimos fácil. Se o paciente reage, essas manobras podem durar muito mais tempo, mas em momento nenhum esse atleta teve resposta".