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Considerado um clube com pouca tradição em competições realizadas pela Conmebol, o Fluminense acumulou uma experiência considerável nos últimos dois anos. Em 2008, foi finalista da Libertadores, em sua terceira participação. Este ano, o time disputa o título da Copa Sul-Americana com a LDU, mesmo adversário do ano passado. A cada embate, a equipe aprende novas lições, que prometem ser muito úteis na decisão contra os equatorianos.
A frieza, a malandragem, a catimba, a garra, a superação e até mesmo a coragem na hora de não fugir da briga foram algumas das experiências que o Fluminense trouxe da Libertadores de 2008 para a Copa Sul-Americana de 2009. Um exemplo de frieza foi a precisão de Fred, então muito marcado, para fazer o gol da vitória de 1 a 0 sobre o Cerro Porteño em Assunção.
A catimba de Rafael no momento de realizar as reposições de bola para ganhar tempo foi outra lição aprendida. Assim como o poder de superação de Gum, que mesmo com um corte no supercílio esquerdo, se opôs a uma possível substituição e marcou o gol da classificação para a final da Sul-Americana contra a LDU.
Remanescente do grupo vicecampeão da Libertadores, Maurício sabe que o equilíbrio emocional será fundamental para o êxito tricolor. Dessa maneira, o volante - que deve substituir o machucado Diogo - rechaçou o clima de revanche contra a LDU e cobrou foco.
"Não podemos entrar em campo ansiosos. Também é importante não levar o jogo para o lado pessoal, da revanche, que pode atrapalhar. Temos de jogar futebol", disse.
Com as duas partidas válidas pela final, o Fluminense completará 24 partidas entre Libertadores e Copa Sul-Americana e ultrapassará o Cruzeiro no número de confrontos disputados nos últimos dois anos.
Já para o atacante Fred a vitória sobre a LDU valorizará ainda mais o título da equipe das Laranjeiras. "Se formos campeões sobre a LDU valorizaremos ainda mais o título. A rivalidade tem de ser saudável", afirma Fred.
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