Acusados de invasão e destruição do Couto Pereira foram liberados pela polícia
Foto: SESP/Divulgação
A Justiça determinou a liberação de nove dos 18 homens detidos por envolvimento na invasão do Estádio Couto Pereira no dia 6 de dezembro, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. Os homens liberados deixaram o Centro de Triagem de Piraquara no início da madrugada. Outros seis tiveram seus pedidos de prisão temporária prorrogados pela Justiça.
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E segundo a delegada que finalizou o inquérito do caso, Vanessa Alice, do Centro de Operações Policiais Especiais (Cope), a liberação aconteceu em razão de a manutenção da prisão de alguns ser desnecessária. "Eles estão em liberdade porque não há necessidade de custódia para responder à Justiça", enfatizou a delegada, que concluiu que muitos integrantes da torcida Império Alviverde fazem parte de uma quadrilha que está sendo investigada pela polícia.
A constatação se deu após a apreensão do computador de Alan Ribeiro, 27 anos, um dos detidos na operação realizada no último sábado, que tinha fotos de integrantes fortemente armados. Entre os torcedores que continuam detidos estão o vice-presidente da torcida Império Alviverde, Reimackler Alan Graboski; Miguel Antonio Chyla Ribas, que teria sido o autor de ameaças ao presidente Jair Cirino; e Oswaldo Dietrich, coordenador de eventos do Coritiba.
Não bastassem todos os problemas que o Coritiba já está enfrentando pela confusão ocorrida no Couto Pereira, um novo episódio pode complicar ainda mais o clube. O Sindicato das Empresas de Segurança Privada do Estado do Paraná protocolou uma denúncia contra o Coritiba na Polícia Federal, por conta da irregularidade da empresa que fez a segurança do estádio no dia da confusão. A empresa não teria licença para prestar serviços de segurança e sim de limpeza.
- Especial para Terra


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