Até o carro dos Flinstones esteve na São Silvestre
Foto: Djalma Vassão/Gazeta Press
Correr a São Silvestre é um exercício que exige preparo físico e resistência. O desgaste é ainda maior se o atleta decidir correr de fantasia contra o calor de São Paulo. O que dizer então dos que enfrentam os 15 quilômetros do percurso cobertos de penduricalhos e vestindo verdadeiras obras de arte em forma de maquete?
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É o desafio de Lúcio Monteiro, de 38 anos. Em sua 11ª São Silvestre, o dentista de Goiânia resolveu inovar na hora de chamar a atenção: construiu uma armação de metal leve em forma de torre de transmissão, na qual comporta uma bateria de carro e uma lâmpada. Segundo ele, a fantasia "antiapagão" pesa cerca de 8 kg, mas chega a 11 kg com a bateria, que acende a lâmpada e é retirada na hora da prova.
"Fiz uns test drives em Goiânia e fui bem. Mas na subida da Brigadeiro, acho que vou ter que caminhar", explicou Lúcio. Nos anos anteriores, o dentista também se destacou: já veio de Barack Obama, Cristo Redentor e Santos Dumont, entre outras roupas. "O 14 Bis foi o que me inspirou a começar a correr com fantasia maior. Mas já vim também de Catedral de Brasília, em homenagem ao Oscar Niemeyer", afirma
- Redação Terra
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