Estádio da Portuguesa precisou passar por reformas
Foto: Gazeta Press
A Portuguesa afirmou já cumprir a maioria das solicitações da Polícia Militar com relação à segurança no Canindé, estádio do clube, que foi liberado recentemente para os jogos do Campeonato Paulista. "Há um excesso de precaução da polícia. Mas resolvemos vários itens e vamos solucionar os demais", disse o gerente administrativo Rinaldo Paiva.
De acordo com o clube, está sendo construída uma sala para servir de Central de Comando da PM. Ao todo, 28 câmeras estão à disposição para o trabalho de vigilância. Elas estão posicionadas nas áreas interna - incluindo a social - e externa do estádio.
Apesar do Canindé ter capacidade superior a 21 mil pessoas, e da Lei Pelé exigir desde 2003 o sistema de monitoramento do público por imagens, só agora a Portuguesa alega ter adquirido as câmeras. "Antes, nós as alugávamos por R$ 2 mil a cada jogo", afirmou Paiva. A fim de evitar as agressões aos árbitros e danos aos seus veículos, a entrada deles agora ocorre por um ginásio.
No caso da comissão técnica e dos jogadores adversários, o clube alegou ter isolado o acesso ao vestiário com uma "gaiola ou cercado" de chapas de aço, com 3 metros de altura.
O tenente-coronel da Polícia Militar, Almir Ribeiro, evita rotular o Canindé como um problema. Ele afirma que a Portuguesa colaborou nos últimos dias com a segurança no estádio. "O clube promoveu uma série de ações primordiais. Cumpriu com a maior parte do que solicitamos. Então aprovamos o estádio com ressalvas", afirmou.
- Lancepress!


Assista agora »
Assista agora »

