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O presidente da Conmebol, Nicolás Leoz, afirmou, em entrevista ao jornal paraguaio ABC Color, que a Copa do Mundo de 2014 será no Brasil. Pelo acordo de rodízio de sedes firmado entre as condeferações continentais, a disputa será realizada na América do Sul.
Opine: O Brasil é capaz de sediar uma Copa do Mundo?
"Nove países da América do Sul acordaram em apoiar a candidatura do Brasil. A última palavra é da Fifa, mas quem sugere são as confederações. Então, não vejo problemas para que o Mundial de 2014 seja no Brasil", disse o presidente, negando a possibilidade de o País dividir a organização com a Argentina.
A última vez que um país sul-americano abrigou uma Copa do Mundo foi em 1978, na Argentina. A Copa de 1930, no Uruguai, a de 1950, no Brasil, e a de 1962, no Chile, foram as outras edições disputadas na região.
Leoz afirmou que não acredita que a Uefa esteja fazendo pressão para a mudança do sistema das Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo. Para o dirigente, os clubes importantes é que estão tentando ceder cada vez menos os jogadores.
O presidente da Conmebol negou ainda que a Uefa tenha pedido à Fifa para a Conmebol acabar com os jogos "todos contra todos".
"Em vez de fazer em três anos, faríamos em dois e meio ou em dois", disse Leoz.
Essa diminuição do período das Eliminatórias conta com o aval dos dirigentes da confederação e foi tema de debate na Fifa no início de dezembro.
"Entendemos que os clubes europeus querem ceder menos seus jogadores, que foram adquiridos por preços elevados, mas isso não vai impedir que continuemos com o diálogo para chegarmos a uma solução possível", afirmou.
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