Jogos Olímpicos - 2012

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04 de julho de 2011 • 14h45 • atualizado em 03 de Maio de 2012 às 11h51

Disputa para sediar Jogos de Inverno de 2018 chega à reta final

Annecy, Munique e Pyeongchang são as candidatas para sediar a competição
Foto: AFP
 

Annecy (França), Munique (Alemanha) e Pyeongchang (Coreia do Sul), as três cidades candidatas a abrigar as Olimpíadas de Inverno de 2018, entraram na contagem regressiva final na segunda-feira, fazendo seus últimos esforços para levarem os votos dos membros do Comitê Olímpico Internacional (COI).

O COI decidirá na quarta-feira em sua sessão anual qual das três ganhará o direito de sediar o evento. Muitos observadores consideram o resort sul-coreano Pyeongchang, candidato pela terceira vez, o favorito. A alemã Munique vem logo atrás. A cidade tenta ser a primeira a sediar tanto os Jogos de Inverno como os de verão. O resort de Annecy, nos Alpes franceses, tem sido considerado um azarão.

O presidente do COI, Jacques Rogge, viajou para a cidade portuária de Durban, na África do Sul, para se reunir com o conselho executivo da entidade antes da plenária com mais de 100 membros do COI para a votação de quarta-feira. Ele não quis fazer comentários sobre as cidades favoritas nem sobre suas preferências pessoais.

Pyeongchang manteve a tradição recente de convocar figuras políticas de destaque para impressionar o COI e o presidente sul-coreano, Lee Myung-bak, encabeçou o grupo.

Seis anos atrás, creditou-se ao então primeiro-ministro britânico Tony Blair uma ajuda na escolha de Londres para os Jogos de 2012 e o líder russo Vladimir Putin sem dúvida seduziu o COI para levar as Olimpíadas de Inverno de 2014 para a cidade de Sochi, ao lado do Mar Negro, dois anos mais tarde.

Há dois anos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva superou o presidente Barack Obama na escolha do Rio de Janeiro para a Olimpíada de 2016 numa eleição em Copenhague, onde o apoio de Obama a Chicago acabou mal.

O presidente Lee promoveu Pyeongchang como o novo pólo de esportes de inverno da Ásia, um lugar que pode ser alcançado por 1 bilhão de pessoas vivendo num raio de até duas horas de avião. A chanceler alemã, Angela Merkel, não foi para a África do Sul, mas o presidente Christian Wulff, o chefe de Estado do país, está na delegação para promover a cidade da Alemanha na quarta-feira.

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