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Economistas preveem sucesso britânico com 20 ou 30 ouros

17 jul 2012
08h02
atualizado às 08h09
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Tendo à disposição a força da torcida, a Grã-Bretanha deve brilhar nos Jogos Olímpicos de Londres, conquistando entre 20 e 30 medalhas de ouro. Pelo menos essa é a previsão de economistas, que, conforme publica nesta terça-feira o jornal inglês The Guardian , apostam ainda no sucesso de democracias com clima frio e em países com regimes comunistas.

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A pior das previsões coloca a Grã-Bretanha na quarta colocação do quadro geral de medalhas, a mesma ocupada em Pequim 2008, quando 19 ouros, 13 pratas e 15 bronzes foram conquistados. Na melhor, o país-sede da competição ficaria no terceiro lugar.

Professor de economia do Colorado College, nos Estados Unidos, Daniel Johnson comanda uma equipe de pesquisadores que segundo o diário teve aproveitamento de 96% nos palpites em Sydney 2000, índice que caiu para 88% em Pequim 2008.

Para Londres 2012, os profissionais acreditam que os Estados Unidos conquistarão 34 medalhas de ouro, contra 33 da China, 25 da Rússia, 20 da Grã-Bretanha e 19 da Alemanha. As previsões são baseadas em seis décadas de dados, incluindo renda per capita, tamanho da população e a vantagem de organizar os Jogos ou estar localizado próximo à sede.

Conforme analisou Johnson em entrevista à revista da London School of Economics, é confiável dizer, usando apenas variáveis macroeconômicas, que os países ricos, populosos e com clima frio, mas também os que têm regime comunistas de partidos únicos, "ganham bem mais medalhas que nações com populações menores ou regimes militares".

Já a Goldman Sachs, banco de investimento com sede em Nova York, é ainda mais otimista quanto às possibilidades dos britânicos na próxima Olimpíada, projetando que o país terminará no terceiro lugar do quadro com 65 medalhas, sendo 30 de ouro, à frente das 25 que seriam conquistadas pela Rússia.

Segundo a previsão, países-sede da competição tendem a crescer o número de pódios em 54%. O outro critério que sobressai na análise do banco é que países com renda superior devem conquistar mais medalhas.

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Nadadora britânica Rebecca Adlington conquistou dois ouros em Pequim 2008
Nadadora britânica Rebecca Adlington conquistou dois ouros em Pequim 2008
Foto: AP
Terra

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