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Olimpíada 2016

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Rio 2016 aguarda consórcio para avaliar mudanças no Maracanãzinho

7 ago 2013
17h56
atualizado às 17h56
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O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos de 2016 prefere manter ainda cautela sobre a possibilidade de o Maracanãzinho ficar inviabilizado para a competição que ocorrerá daqui a três anos. A decisão do governo Sérgio Cabral em não demolir a escola municipal Friedenreich, anexa ao ginásio, influi diretamente no projeto para o local onde estão marcados os jogos de vôlei. Seria na área da instituição de ensino que estariam colocadas quadras de aquecimento para as equipes se prepararem antes dos jogos.

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Sérgio Cabral não quer demolir escola que serviria para os times se aquecerem antes dos jogos de vôlei
Foto: Getty Images

Diretor-geral de operações do Rio 2016, Leonardo Gryner admitiu que a recuada do governador Sérgio Cabral terá impactos no uso do Maracanãzinho, mas que eles ainda não podem ser medidos. Ele ressaltou a necessidade de aguardar um posicionamento do consórcio Maracanã S.A. a respeito dos novos rumos do projeto, agora sem a demolição da escola, do estádio de atletismo Célio de Barros, e do parque aquático Júlio Delamare.

“Imagino que o governo terá que fazer um acerto final com a concessionária. Temos que ver qual será a mudança nos planos de obras do concessionário, para daí, fazermos uma avaliação aprofundada”, afirmou, após participar do lançamento do portal de suprimentos do Comitê Rio 2016.

Questionado se já há um plano B que leve em conta a não-utilização do espaço da escola, Gryner reafirmou que só poderia fazer uma avaliação diante do que será realmente disponibilizado a partir de agora.

“Solução, tem para tudo na vida. Mas ela tem que ser a menos custosa, e a mais eficiente”, comentou.

Ele lembrou que a manutenção do Célio de Barros e do Júlio Delamare também poderá influenciar no uso do Maracanã para as cerimônias de abertura e de encerramento da próxima Olimpíada, especificamente na questão da circulação na área do complexo. No Pan de 2007, por exemplo, parte do Célio de Barros foi utilizado pelo staff que trabalhou nas cerimônias que ocorreram no evento.

O Comitê Olímpico Internacional (COI) ainda não foi comunicado oficialmente acerca das mudanças no projeto do Maracanã. Gryner explicou que isso só será feito quando houver total definição do que exatamente vai ser alterado. Isso só deverá ocorrer quando o consórcio apresentar ao governo o novo projeto de utilização do Maracanã e da área no entorno, caso realmente decida manter a concessão.

Canoagem slalom em Foz do Iguaçu é avaliada

Gryner confirmou que a cidade paranaense de Foz do Iguaçu poderá receber as competições de canoagem slalom em 2016. A ideia é defendida pelo Ministério do Esporte, e reduziria custos, já que um centro de treinamento está instalado na região. A previsão vigente é que uma nova instalação seja construída em Deodoro, zona oeste do Rio.

“A opção está sendo analisada, e levará em conta as necessidades de obras, transporte e acomodação”, observou o executivo, salientando que apenas Foz vem sendo estudada como opção.

Fonte: Terra
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