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Rio 2016 lança edital para escolha de mascotes com "nomes coerentes"

5 nov 2012
13h16
atualizado às 13h17
André Naddeo
Direto do Rio de Janeiro

O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, em 2016, divulgou nesta segunda-feira (5) detalhes do edital que será lançado para a escolha dos mascotes da edição olímpica e paralímpica do maior evento do esporte no mundo, que ocorrerá na capital fluminense. A expectativa é que o anúncio seja feito no primeiro semestre de 2014, sendo que a disputa envolverá apenas empresas brasileiras.

Tatu-bola, mascote da Copa de 2014, rendeu polêmica quanto à escolha do nome
Tatu-bola, mascote da Copa de 2014, rendeu polêmica quanto à escolha do nome
Foto: AP

"Decidimos que, para esse edital, participarão somente empresas brasileiras. Serão produtoras de animação, agências de design e publicidade. Os profissionais autônomos podem participar desde que associados à alguma dessas empresas. Por quê? Porque acreditamos no potencial brasileiro e no legado para esse mercado mostrar nossa capacidade de entrega e poder criativo", explicou a diretora de marca da Rio 2016, Beth Lula.

A expectativa é que cerca de 100 empresas participem da concorrência, de acordo com a Anima Mundi, empresa com marca consolidada no ramo da animação que, a convite da organização, participou da consolidação do edital. O público, como não poderia deixar de ser, é o infanto-juvenil, sendo que as vendas relacionadas às duas mascotes que serão desenvolvidas corresponderão a 25% da venda de produtos licenciados dos Jogos.

Ainda de acordo com a diretora do Rio 2016, ao contrário das regras fixas impostas pela Fifa para o nome do mascote da Copa do Mundo de 2014, que renderam polêmica na internet com alcunhas inusitadas para a escolha do público (Amijubi, Fuleco e Zuzeco são as alternativas), nos Jogos Olímpicos do Rio, o processo será independente e seguirá a premissa básica de "nomes coerentes e alinhados à ideia dos Jogos, que falam dos valores olímpicos".

"Não existe regra específica. Não pode existe questão cultural, política e religiosa, mas isso já serve para tudo o que fazemos. Não tem pode ser isso, ou pode ser aquilo, mas o personagem tem que estar alinhada ao ideal dos jogos e que o nosso foco é o infantil-juvenil. A maioria das empresas vai sugerir nomes e a gente pede para mandarem uma Bíblia do que vai ser a historinha da mascote. Mas essa é um outro processo, que vai ser paralelo ao edital", complementa Beth Lula.

A definição da empresa a ser escolhida para a definição de um mascote para os Jogos Olímpicos e outro para os Paralímpicos seguirá quatro fases do edital. Na primeira etapa, segundo as regras da competição, a organização analisará a habilitação jurídica e técnica das empresas, assim como análise de portifólio.

¿A segunda fase é um briefing que ocorre em janeiro do ano que vem para as empresas habilitadas trabalharem em suas propostas¿, complementa a diretora. ¿Num terceiro momento, nós trabalharemos em conjunto com as empresas selecionadas. Elas têm um prazo, fazem uma reunião com para ajustes de propostas, para saber se está tudo direitinho. Se algo está precisando ser modificada ou não. Vamos fazer uma pesquisa de mercado com o público infanto-juvenil para saber se estamos indo no caminho certo", acrescenta ainda. A quarta e decisiva fase será para a entrada da comissão julgadora que escolherá o vencedor.

"Em meados do segundo semestre de 2013 já vamos ter escolhido. Mas o anúncio será somente em 2014, pois esse tempo é para trabalhar nas plataformas de lançamento, fazendo vídeos de animação, redes sociais, mobile, todas essas plataformas", finalizou Beth Lula.

Fonte: Terra

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