O técnico da Seleção feminina de basquete, Luis Cláudio Tarallo, disse que o Brasil caiu no "grupo da morte" em Londres (crédito foto: Bruno Santos/Terra)
Olá amigos!
Diferentemente da Seleção masculina, que não participa dos Jogos Olímpicos desde 1996, o basquete feminino do Brasil vem marcando presença desde a Olimpíada de 1992, na Espanha. O grupo conquistou a medalha de prata em Atlanta (1996) e o bronze em Sidney (2000). Para Londres, a Seleção feminina está realizando uma preparação intensa e forte. A partida de estreia das meninas na competição será contra a França, no dia 28 de julho. Depois, os adversários da equipe serão Rússia, Austrália, Canadá e Grã-Bretanha.O técnico Luis Cláudio Tarallo disse que o Brasil caiu no "grupo da morte". Quero enfatizar que, em uma competição como esta, não há adversário fácil. Cada jogo deve ser encarado como se fosse uma final.
Até agora, a Seleção teve uma sequência de partidas amistosas. Dentre estas, podemos destacar os jogos realizados contras dois times: Austrália, onde o grupo não teve um bom desempenho e perdeu todos os jogos, e Cuba, onde as brasileiras ficaram invictas na série.Nesta fase de preparação, o importante não é analisar o resultado das partidas, mas, sim, se a equipe está ganhando entrosamento e evoluindo. E isso vem sendo notado na Seleção de Tarallo. O time já está jogando com velocidade e com uma defesa bastante agressiva.
No dia 16 de julho, o Brasil jogará contra a forte equipe americana. Antes da chegada a Londres, as meninas ainda participarão de jogos em Lille, na França. Além das donas da casa, os adversários nessas partidas serão China e Austrália.A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) proporcionou uma preparação de primeiro nível para a Seleção feminina. Aproveito o espaço para parabenizá-los pela estrutura oferecida à comissão técnica. As brasileiras chegarão à Olimpíada na Inglaterra muito bem entrosadas e com um plano de jogo definido. Se a vaidade das atletas for colocada de lado, temos chance de conquistar mais uma medalha olímpica.
Por falar em vaidade, a estrela do time, Iziane, que, por algumas vezes, esteve envolvida em polêmicas, parece que se adaptou ao time. Algumas jogadoras haviam comentado que ela não era bem vinda. No entanto, depois de muita conversa, as arestas foram aparadas.
Temos que torcer para que tudo corra bem, pois o nosso basquete precisa de resultados expressivos.