Ricardo Hirsch


Os revezamentos do Brasil sempre fazem bonito, e nesta Olimpíada não será diferente. Venho confiante para as duas finais, tanto para os homens quanto para as mulheres.


No feminino, a equipe do revezamento conta com Ana Cláudia Lemos, Rosângela Santos, Evelyn Santos, Franciela Krasucki, Vanda Gomes e Tamiris de Liz, 16 anos, que conquistou o bronze no mundial júnior em julho. Deverá acontecer uma troca de atletas na fase de classificação e na final. Sim, elas têm chance de chegar a final e quem sabe voltar com o bronze. Conquistar a prata ou o ouro é difícil, pois a Jamaica e os Estados Unidos estão com equipes muito fortes.


No masculino, Bruno Lins, Sandro Viana, Aldemir Gomes, Nilson André, Carlos Roberto Pio e Jose Carlos Moreira (Codó) formam nosso time. E que terá que fazer tudo certo para poder estar na final. Quem sabe, dependendo de outros países, podem voltar também com uma medalha.


A chance no masculino é menor do que no feminino, mas devemos lembrar que temos tradição e muita competência nas passagens do bastão. Nossos atletas que já correram tiraram um pouco da tensão de estar com os homens mais rápidos do mundo, como Usain Bolt, Yohan Blake, Justin Gatlin, Tyson Gay, entre outros.


Força Brasil, boa corrida a todos os atletas e que façam o seu melhor.