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Prata, ginástica admite falhas no solo e mira EUA de perto

Osmar Portilho / Terra

Brasil tem bom desempenho na prova por equipes, mas lamenta os erros cometidos em um dos aparelhos

12 jul 2015
11h21
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Prata na prova por equipes, o Brasil teve a sensação no início da competição que poderia superar os favoritos americanos. No entanto, os erros cometidos por quatro ginastas no solo impediu que o time brasileiro pudesse faturar o bicampeonato pan-americano em Toronto, no Canadá.

No resultado final, os americanos fecharam com 267,650 pontos, contra 264,050 dos verde-amarelos. Nos seis aparelhos, o Brasil foi melhor que os ianques em dois – argolas e salto – e perdeu por pequena margem na barra fixa.



Técnico do Brasil, Marcos Goto afirmou que a equipe brasileira formada por Arthur Zanetti, Caio Souza, Lucas Bitencourt,  Francisco Barreto e Arthur Nory saem fortalecidos da competição em Toronto, e afirmou que há uma explicação para os erros cometidos no solo.

“Competição foi dentro do esperado. O que não foi esperado foi o solo. Não vamos dar desculpas, mas tivemos apenas uma semana para treinar nesse tablado (usado em Pan, Mundial e Olimpíada) nos Estados Unidos. Ele é mais duro e o atleta tem de usar com mais força”, disse Goto.

“O Comitê Olímpico (Brasileiro) já comprou um (tablado) e vai para o CT do Rio. Fiquei bastante satisfeito com o nosso desempenho, menos no solo. A competição teve bastante pressão e eles se saíram muito bem”, completou.

Campeão mundial nas argolas, Zanetti recebeu a nota de 15,800 e foi o segundo melhor brasileiro no solo, com 13,900, apesar de ter cometido algumas falhas. O atleta evitou colocar pressão nos colegas ao ser questionado se Diego Hypólito, que ficou fora da competição, estivesse presente.  “Acho que não (mudaria o resultado). Melhor que equipe que está formada pelo Brasil é a que está aqui”, destacou.

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Batidos por apenas 2,300 pontos, os brasileiros saíram com a sensação de que estão próximos dos americanos e das principais potências. No Pan, os Estados Unidos trouxeram os seus melhores atletas, sendo que três dos ginastas presentes foram bronze por equipes no Mundial de 2014, na China.

“Saber que pode bater ‘eles’ e dá uma preocupação a mais que a gente está chegando”, brincou Zanetti. “Perto (dos EUA) não é bom final... quero ganhar deles”, completou o treinador brasileiro.

Fonte: Terra

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