Norte-americanos deram início à modalidade | DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SAB |
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Já em 1945, o basquete em cadeira de rodas começou a ser praticado nos Estados Unidos à medida que o esporte paraolímpico era desenvolvido a partir do fim da Segunda Guerra Mundial.
Ex-soldados norte-americanos que haviam sofrido mutilações em combate foram os primeiros jogadores. Uma das mais tradicionais modalidades nos Jogos, esteve presente em todas as edições da Paraolimpíada, sempre com grande procura do público.
As regras são adaptadas à necessidade de jogar sentado e à mecânica da locomoção da cadeira. O atleta, por exemplo, só pode impulsionar as rodas duas vezes antes de quicar a bola, dar um passe ou arremessá-la.
Já a cadeira é montada especialmente para o jogo, seguindo padrões determinados na regra, como a altura do assento ou o diâmetro das rodas, que podem ser três ou quatro.
As dimensões da quadra e altura da cesta, por sua vez, são as mesmas do basquete olímpico. Aos atletas são dados números, que os classificam de acordo com seu comprometimento físico-motor.
As classes principais são identificadas pelos números 1, 2, 3, 4 e 4,5. Além disso, existem casos intermediários, 1,5; 2,5; e 3,5. A soma da enumeração em quadra deve ser igual ou inferior a 14 e a lógica é: quanto maior a deficiência, menor a classe.
A modalidade é regulada pela Federação Internacional de Basquete em Cadeira de Rodas.