Modalidade estreou na Olimpíada Nova Iorque 1984
| DOM | SEG | TER | QUA | QUI | SEX | SAB |
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A primeira Paraolimpíada em que o esporte esteve presente foi na de Nova Iorque 1984, mas só foi introduzido no Brasil cinco anos mais tarde, por Ivaldo Brandão, no Rio de Janeiro, vindo a estrear nos Jogos Paraolímpicos de Barcelona 1992.
O futebol de 7 é voltado para homens com paralisia cerebral, seqüelas de traumatismo crânio-encefálico ou acidentes vasculares cerebrais. Cada equipe é formada por um goleiro e seis jogadores de linha. Todos os atletas pertencem às classes menos afetadas pela paralisia cerebral, ou seja, são todos andantes.
As regras da Fifa são adaptadas pela Associação Internacional de Esporte e Recreação para Paralisados Cerebrais (CP-ISRA). Não há marcação de impedimento e a cobrança da lateral pode ser feita com apenas uma das mãos, rolando a bola no chão.
O campo tem no máximo 75x55 m, com balizas de 5x2m e a marca do pênalti fica a 9,2 m do centro da linha de gol. A partida dura 60 minutos, divididos em dois tempos de 30, com intervalo de 15. Os jogadores são distribuídos em classes de 5 a 8, de acordo com o grau Da deficiência de cada um.
Vale a regra de quanto menor o comprometimento físico, maior a classe. O time deve ter em campo no máximo dois atletas da classe 8 e, no mínimo, um da classe 5 ou 6. Os jogadores classificados como 5 são os que têm o maior comprometimento motor e, em muitos casos, não conseguem correr, por isso geralmente são escalados para a posição de goleiro.
Vale lembrar que a paralisia cerebral compromete de variadas formas a capacidade motora dos atletas, mas, em cerca de 45% dos indivíduos, a capacidade intelectual não é comprometida.