Mulheres estrearam apenas nos Jogos de 1980
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A Paraolimpíada de Toronto 1976 foi a edição de estréia das provas de tiro, mas somente para homens. As mulheres passaram a ser contempladas em competições exclusivas e mistas apenas nos Jogos de Arnhem 1980, na Holanda.
Quatro anos mais tarde os eventos mistos deixaram de acontecer, até serem retomadas em Barcelona 1992. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir no tiro paraolímpico.
As regras variam de acordo com a prova, distância e tipo do alvo, posição de tiro, número de disparos e o tempo que o atleta tem para atirar. Há uma fase de classificação e outra final para cada competição. As pontuações de ambas as fases são somadas para definir o vencedor.
O alvo é dividido em dez círculos concêntricos que valem de um a dez pontos. Na final, cada faixa é subdividida em zonas de pontuação que vão de 0.1 a 0.9. A menor e central circunferência vale dez pontos – é o chamado “olho do touro”. Sendo assim, o valor máximo que pode ser atingido é 10,9 pontos na decisão.
As regras das competições para atletas convencionais e com deficiência são basicamente as mesmas, com pequenas adaptações. Pessoas amputadas, paraplégicas, tetraplégicas e com outras deficiências locomotoras podem competir.
Dependendo das limitações existentes os atletas são relacionados em três classes: SH1, SH2 e SH3. A diferença básica entre as duas primeiras é que na SH2 os atletas podem utilizar um apoio especial para o braço. SH3 são atletas com deficiência visual.
Provas
Masculino
Rifle de ar 10 m em pé
Rifle 50 m em três posições (3x40)
Pistola de ar 10 m
Feminino
Rifle de ar 10 m em pé
Rifle esportivo em três posições (3x20)
Pistola de ar 10 m
Misto
Rifle pronado 10 m
Rifle de ar 10 m em pé
Pistola esportiva 25 m
Pistola 50 m