Embrião da modalidade é o esporte alemão sitzbal
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O embrião desta modalidade é o sitzbal, esporte alemão que não conta com a rede, praticado por pessoas com limitada mobilidade e que jogam sentadas. Em 1956, na Holanda, essa forma original foi unida ao vôlei convencional.
Nos Jogos de Arnhem 1980, país onde a modalidade nasceu, o vôlei foi incluído no rol de modalidades paraolímpicas. Na estréia, o torneio contou com sete times.
Até a Paraolimpíada de Sydney 2000, havia o vôlei em pé e sentado. Contudo, como a primeira versão não atendeu os critérios para ser considerado um esporte paraolímpico, foi excluída.
Competem pessoas amputadas, principalmente de membros inferiores, e com outros tipos de deficiência locomotora, como seqüelas de poliomielite.
A quadra possui dimensões menores que a do vôlei convencional (10 x 6 m contra 18 x 9 m). Além disso, a altura da rede também é inferior, cerca de 1,15 m do solo no masculino e 1,05 m para o feminino. Outra diferença é que no voleibol paraolímpico o saque pode ser bloqueado.
Cada jogo é decidido em uma melhor-de-cinco sets e vence cada parcial o time que marcar 25 pontos. Em caso de empate em 24 pontos, ganha a equipe que abrir dois tentos de vantagem. O quinto set, chamado de tie break, é disputado até 15 pontos.
A modalidade é administrada internacionalmente pela Organização Mundial de Voleibol para Deficientes, e, no Brasil, pela Associação Brasileira de Voleibol Paraolímpico.