Modalidades é uma das mais tradicionais
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Por mais de 50 anos, pessoas com deficiência testam sua precisão e perícia nas competições de tiro com arco. A modalidade surgiu como uma atividade de recreação e reabilitação para seus praticantes, que eram, em princípio, lesionados medulares.
Atualmente, arqueiros em cadeira de rodas, paralisados cerebrais, amputados e les autres em disputas individuais e por equipes. Tetraplégicos, paraplégicos e pessoas com mobilidade limitada nos membros inferiores competem. Estes últimos podem escolher atuar em pé ou sentados num banco.
Esta é uma das mais tradicionais modalidades paraolímpicas, visto que está presente desde a primeira edição dos Jogos, em Roma 1960.
Na cerimônia de abertura da Olimpíada de Barcelona 1992, o espanhol Antonio Rebollo, duas vezes medalhista paraolímpico, atirou a flecha que acendeu a Pira Olímpica, declarando o início do evento esportivo.
As regras são as mesmas adotadas pela Federação Internacional de Tiro com Arco. A entidade responsável pelo gerenciamento e desenvolvimento do esporte é o Comitê de Tiro com Arco do Comitê Paraolímpico Internacional.
Uma distância de 70m separa os atletas do alvo, que mede 1,22 m de diâmetro, sendo formado por dez círculos concêntricos. O mais externo vale um ponto. A partir daí, quanto mais próxima do círculo central estiver a flecha, maior a pontuação obtida, que pode chegar até dez.
Provas
Masculino
Individual composto W1
Individual composto aberto
Individual Recurvo W1/W2
Individual Recurvo em pé
Recurvo em equipe aberto
Feminino
Individual compost aberto
Individual recurvo W1/W2
Individual recurvo em pé
Recurvo em equipe aberto