Somente competem pessoas com dificuldades locomotoras
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Ludwig Guttmann, em 1953, introduziu a modalidade adaptada a pessoas em cadeira de rodas no hospital de Stoke Mandeville, na Inglaterra. Sete anos mais tarde, o esporte fez sua estréia paraolímpica. Desde a primeira edição dos Jogos, em Roma 1960, homens e mulheres duelam.
O Comitê Executivo de Esgrima do Comitê Paraolímpico Internacional administra a modalidade, que segue as regras da Federação Internacional de Esgrima. As principais mudanças nas normas que o esporte sofreu de lá para cá foram formuladas de acordo com o avanço de técnicas para fixar a cadeira no chão.
É proibido o deslocamento dos atletas pela pista de 4x1,5 m durante os confrontos. Caso um dos esgrimistas se mexa, o combate é interrompido. Somente competem pessoas com dificuldades locomotoras. Em Seul 1988, um novo sistema de classificação permitiu integrar atletas com deficiências causadas por amputação, paralisia cerebral, poliomielite e paraplegia.
Os competidores passam por testes que avaliam suas habilidades funcionais e capacidade muscular segundo os quais é atribuída uma pontuação para relacioná-los em categorias.
Os equipamentos obrigatórios para a prática do esporte são máscara, jaqueta e luvas protetoras. Nos duelos de florete, a arma mais leve, há uma proteção para as rodas da cadeira. Nas disputas de espada, uma cobertura metálica é utilizada para proteger as pernas e as rodas.
A forma como são computados os pontos é a mesma que a esgrima convencional, por meio de luzes que se acendem automaticamente para acusar um toque. Isso é possível graças a sensores instalados na vestimenta e na ponta da arma.
Provas
Masculino
Espada – Categoria A
Espada – Categoria B
Florete – Categoria A
Florete – Categoria B
Sabre - Categoria A
Sabre - Categoria B
Feminino
Espada – Categoria A
Espada – Categoria B
Florete – Categoria A
Florete – Categoria B