Pequim
 
Brasil
 
Untitled Document

Esportes

Ciclismo estrada

Getty Images Ciclismo de estrada é paraolímpico desde 1988
Setembro
DOM SEG TER QUA QUI SEX SAB
            6
7 8 9 10 11 12 13
14 15 16 17      

No começo da década de 1980, atletas com deficiência visual começaram a participar de competições de ciclismo. Alguns anos mais tarde, os torneios se estenderam a paralisados cerebrais e amputados durante os Jogos Internacionais de 1984.

A inclusão do ciclismo de estrada no programa oficial de competições paraolímpicas se deu em Seul 1988. As regras são as mesmas instituídas pela da União Internacional de Ciclismo, mas com alterações promovidas pelo Comitê de Ciclismo do Comitê Paraolímpico Internacional no que se refere à segurança e à forma como os atletas são classificados.

Para as provas de estrada, as bicicletas podem ser de modelos convencionais ou triciclos. No segundo caso, para atletas que não conseguem manter o equilíbrio.

Classificação dos atletas
Deficientes visuais (B1 a 4) - O atleta com deficiência visual compete em uma bicicleta do tipo "tandem", que comporta dois ciclistas. O guia que pedala no banco da frente possui visão e homens e mulheres podem formar duplas. Competidores são classificados com a letra B (de "blind", cego em inglês) e um número de acordo com o grau da deficiência. Apenas atletas até a classe B3 podem participar.

Deficiência locomotora (LC) - Atletas com esse tipo de deficiência competem em quatro classes:
LC 1 - Para atletas com pouca ou nenhuma inabilidade nos membros
LC 2 - Para atletas com inabilidade em uma das pernas, mas capazes de pedalar normalmente com as duas pernas, com ou sem a ajuda de prótese
LC 3 - Para atletas com deficiência em um dos membros inferiores, com ou sem inabilidade nas extremidades superiores.
LC 4 - Para atletas com deficiência mais severa, geralmente afetando as duas pernas, com ou sem inabilidade nos membros superiores.

Paralisia cerebral - Atletas com paralisia cerebral:
Divisão 1 CP - Para atletas com deficiência mais severa (Classes CP 4 a 1), que competem em triciclos
Divisão 2 e 3 PC - Essas duas categorias dão aos atletas a opção de correrem com bicicletas na Divisão 3 (classes CP 6 e 5), ou triciclos na Divisão 2 (classes CP 6 e 5)
Divisão 4 PC - Para atletas com deficiência menos severa (classes CP 8 e 7), que competem em bicicletas convencionais.

Ciclismo com as mãos (Handcycling)
Voltada para cadeirantes, essa categoria é subdividida em classes que medem o grau do comprometimento da espinha ou de deficiências correspondentes a esse tipo de lesão.
Divisão A HC - Para atletas com deficiência severa (classes HC 1 e 2) com completa perda de mobilidade do tronco e das extremidades inferiores, juntamente com outras inabilidades severas.
Divisão B HC - Para atletas com perda total da mobilidade das pernas e limitações da estabilidade do tronco (HC 3, 4 e 5)
Divisão C HC - Para atletas com perda total da mobilidade dos membros inferiores, mas outras inabilidades funcionais menores. Ou perda parcial da mobilidade dos membros inferiores combinado com outras inabilidades que tornam a prática do ciclismo convencional inviável (classes HC 6, 7 e 8)

Provas

Corrida de Estrada (masculino/feminino)- Participam atletas em bicicletas, tandems, handcycles e triciclos, que competem em ruas em vez de uma pista. A corrida começa com uma largada controlada de 200 m, em que todos partem juntos em bloco. Triciclos e cadeirantes, que precisam pedalar com as mãos, usam trajetos com menor dificuldade técnica.

Contra Relógio Individual (masculino/feminino) É uma corrida contra o tempo para bicicletas, triciclos, handcycles e tandems.Competidores partem em intervalos de 60seg e buscam completar uma determinada distância em menos tempo que os adversários.