Atualizada às 19h04
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| Maior vencedor chinês no atletismo, Lixin Zhang foi o responsável por carregar a bandeira no fechamento |
| Agência Xinhua |
Apesar do bom desempenho individual nos Jogos Paraolímpicos de Pequim, o atletismo brasileiro não conseguiu superar as marcas de Atenas-2004, e viu a anfitriã China disparar no quadro de medalhas da modalidade.
Com 77 medalhas, sendo 21 de ouro, a China é líder disparada em número de vitórias em Pequim, mais de 50 pódios à frente da segunda colocada, a Austrália. Já o Brasil conta com 15, sendo três de ouro, marca inferior à de Atenas-2004, quando levou 16 medalhas, com cinco ouros.
O Brasil, que ocupa a décima colocação no quadro de medalhas no atletismo, teve grandes performances individuais na competição, como Lucas Prado, que faturou três medalhas de ouro e estabeleceu dois novos recordes paraolímpicos e um mundial.
Outro destaque foi Terezinha Guilhermina, que subiu ao lugar mais alto do pódio na prova dos 200 m, faturou uma prata nos 100 m e um bronze nos 400 m. Odair Santos saiu de Pequim com três medalhas de bronze, nas provas dos 800 m, 5.000 m e 10.000 m.
Na participação em grupo, a equipe brasileira também obteve destaque, no revezamento 4x100 m, conquistando a medalha de prata, com os paraatletas André Luiz Oliveira, Yohansson Nascimento, Claudemir Santos e Alan Oliveira. O último, com apenas 16 anos, é apontado como uma das maiores promessas paraolimpícas do País no atletismo.
O grande destaque dos anfitriões ficou por conta da atuação de Lixin Zhang, que deu ao seu país quatro medalhas de ouro, conquistadas nas provas dos 400 m, 200 m e nos revezamentos 4x100 m e 4x400 m, todos na categoria T54.
Redação Terra