
Atualizada às 21h22 Em fase final de preparação para a segunda etapa do Red Bull X-Fighters, que será realizada no Sambódromo da Sapucaí no próximo sábado, o paulista Celso Aslan disse que tem se dedicado a treinar novas manobras e pretende explorar os saltos em que se solta totalmente da moto quando está a 12m de altura do chão.
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"Vou tentar fazer manobras em que eu largo a moto. Fico totalmente separado dela e só encosto na hora de voltar", disse o piloto, que participou de uma visita nesta terça-feira à Universidade Estácio de Sá, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Aslan, 21 anos, que tentará uma das quatro vagas na eliminatória brasileira que acontece nesta sexta-feira, disse que pretende se especializar em saltos novos para conquistar a platéia carioca, que deve lotar as arquibancadas do sambódromo.
Mesmo com a pouca idade, o competidor é um dos mais experientes atletas brasileiros do motocross freestyle, contabilizando cinco anos como profissional, e já reconhece que é um avanço para a modalidade no País receber uma etapa mundial do X-Fighters.
"Só de participar de um evento internacional, nosso nível já aumenta. Meu objetivo é classificar entre os quatro. Estou confiante, treinando bastante. Todos os pilotos são meus amigos e torço para que façamos um evento show. Tenho certeza que os brasileiros estarão bem representados com os pilotos que irão se classificar. São todos muito bons", disse o paulista.
Com experiência no esporte, Aslan admite que os atletas nacionais não têm condições de competir com os grandes nomes que estarão nos próximos dias no País, mas destacou a capacidade dos brasileiros, que terão a vantagem de contar com a torcida local.
"Vai ser bom tanto para o esporte, como para o Brasil. Vamos ganhar visibilidade e estar entre os melhores do mundo. Vai ser muito bom para nós. Tenho certeza que o público vai gostar do esporte", disse o piloto, que confessa que o título da etapa brasileira do X-Fighters deve ficar nas mãos de um estrangeiro.
"Nós (brasileiros) somos bem dedicados, mas ainda falta incentivo e patrocínio. Para competir, a gente até arruma, mas para treinar é mais complicado. Os gringos dominam algumas manobas que ainda não fazemos, como o backflip, por exemplo", admitiu.
Sem ter ídolos nacionais no esporte e devido à ausência de motociclistas na família, Aslan disse que aprendeu a gostar do motocross assistindo fitas de vídeo (ainda em VHS), sempre se inspirando nas produções estrangeiras.
Redação Terra
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Divulgação
Aslan planeja manobra ousada na etapa brasileira do X-Fighters
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