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Após mais um acidente do bobsled brasileiro nos Jogos Olímpicos de Turim, Claudinei Quirino teve de ser encaminhado a um hospital da cidade italiana. Com dores no braço, o ex-velocista deixou o circuito de Cesana Pariol logo depois que o trenó Brasil I virou.
Bobsled brasileiro volta a virar em Turim
Medalhista de prata no revezamento 4x100m nas Olimpíadas de Sidney, Quirino foi para o centro médico devido a uma queimadura no ombro. Ele sentia dores no local e a situação foi agravada pelo acidente, mas a organização dos Jogos informou que a lesão não é grave.
O piloto Ricardo Raschini não conseguia esconder a decepção após novo imprevisto. Ele assumiu a responsabilidade pelo mau desempenho da equipe verde-e-amarela na Itália e prometeu muito treino.
"Realmente, a responsabilidade é muito grande, não sei explicar o que eu estou sentindo. Estou muito mal. É um esporte de risco, a gente se arrisca para o que der e vier, e o que veio não foi muito bom", lamentou, em entrevista ao Sportv.
Raschini fez questão de ressaltar, no entanto, que a participação em Turim não foi uma aventura. "Ninguém está aqui para aparecer, viemos para competir. Houve erros e acertos, mas não nos deixamos abater por uma ou duas quedas. Somos uma equipe."
Na descida deste sábado, o trenó brasileiro ficou à deriva de cabeça para baixo durante cerca de um minuto. "Parecia que não acabava mais. Comecei a gritar em determinado momento para mostrar que estava tudo bem", afirmou Edson Bindilatti, outro a destacar a importância de deixar Turim de cabeça erguida.
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