Segundo Parreira, a falta de craques acabou valorizando time que jogavam coletivamente, citando Alemanha e Itália como exemplo. Para ele, o jogo coletivo para suprir deficiências é uma tendência mundial.
"Por isso Cannavaro, um zagueiro, foi eleito o melhor da Copa. Se não fosse ele, seria o Pirlo. Foi uma Copa sem craques", argumentou.
Parreira, contudo, ressaltou que seleções como Brasil e Argentina quebram esse paradigma. "A melhor maneira de destruir um esquema tático bem estruturado".
O treinador afirmou que as chaves do futebol atual são "velocidade" e "cobertura de espaços" e que, por isso, tendência é cada vez mais os times serem armados com cinco atletas no meio-de-campo e apenas um no ataque. "O que não quer dizer que joguem defensivamente".
Parreira ainda disse que "a história não exalta quem joga bonito, exalta quem foi campeão".
- Redação Terra
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