"Estou muito chateado com a situação porque gosto muito do Vasco e de sua torcida, apesar de muitos acharem que não. Só que ninguém consegue trabalhar sem receber", justificou Edmundo.
Segundo Siano, o vice jurídico do Vasco, Paulo Reis, já manifestou interesse em achar uma saída amigável para o caso. O advogado, no entanto, não descartou a possibilidade de Edmundo permanecer em São Januário, desde que, para isso, receba o que tem direito.
"Ninguém pode estar feliz sem receber pelo seu trabalho. Mas depende do Vasco. Se o clube pagar o que deve, o Edmundo provavelmente vai ficar", disse Siano.
Cético, o presidente do Vasco, Eurico Miranda, já declarou que não pode obrigar Edmundo a seguir no clube contra a sua vontade. Reconheceu que deve ao atacante, mas prometeu que vai cumprir o que foi acordado com o jogador na época de sua contratação, em abril deste ano.
- Lancepress!


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