A Agência Mundial Antindoping (Wada) gastou mais de US$ 1 milhão (aproximadamente R$ 1,6 milhão) para esclarecer o caso do ciclista norte-americano Floyd Landis, que recorreu à decisão de ter seu título na Volta da França de 2006 caçado.
Em uma entrevista nesta segunda-feira, em Londres, o presidente da Wada, John Fahey, disse que ele e o diretor geral da entidade irão se encontrar com o presidente do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) no próximo mês. Eles discutirão como lidarão com os altos custos de processos como o de Landis e se os acusados devem ser responsabilizados pelos valores.
Landis perdeu seu título da Volta da França de 2006 em setembro do mesmo ano, quando a Corte Arbitral Norte-americana anunciou que ele usou substâncias que potencializam a performance, durante sua vitória. Por sua vez, o ciclista entrou com um recurso, que não deverá ter respostas antes de junho.
Aproveitando o caso Landis, Fahey afirmou, também, que um número indeterminado de países ainda não cumpriu as determinações do Código Mundial Antidoping. Este estabelece as normas de exames e sanções em todos os esportes para todas as nações.
Segundo as normas do Comitê Olímpico Internacional (COI), qualquer modalidade que não esteja em conformidade com o Código Mundial corre o risco de ser proibida de participar dos Jogos de Pequim.
- Gazeta Press

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