"Estou muito feliz e quando se está feliz também se está emocionado. A seleção está nos sonhos de qualquer treinador e, portanto, também estava nos meus sonhos pessoais", disse Lippi, em entrevista coletiva concedida na sede da Federação Italiana de Futebol.
Lippi ainda elogiou o antecessor Trapattoni e seu trabalho desenvolvido na seleção.
"Meu primeiro pensamento se dirige a um profissional fantástico, que é Trapattoni. Estive muito perto dele e conversamos freqüentemente", comentou o ex-treinador da Juventus.
Lippi possui em seu currículo cinco campeonatos italianos (1994/95, 96/97, 97/98, 2001/02 e 2002/03), uma Copa da Itália (1994/95), quatro Supercopas da Itália (1995, 1997, 2002 e 2003), uma Copa dos Campeões da Europa (1995/96), uma Supercopa Européia (1996) e uma Copa Intercontinental (1996).
O contrato de Lippi com a seleção é válido até a Copa de 2006, com possibilidade de ser prorrogado, com salário de cerca de um milhão de euros (US$ 1,2 milhão) por temporada.
Na reunião em que se decidiu pelo nome de Lippi, o presidente da federação, Franco Carraro, apresentou sua demissão do cargo, que foi rejeitada de forma unânime pelo conselho diretor e retirada em seguida.
"Acho que eu tenho a maior responsabilidade pelos dois fracassos, na Copa 2002 e na Eurocopa 2004. Fui eu quem mantive Trapattoni depois do Mundial e da derrota para País de Gales nas eliminatórias para a Eurocopa. Por isso, apresentei minha demissão", justificou Carraro.

- EFE - Agência EFE - Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização escrita da Agência EFE S/A.

Assista agora »
Assista agora »
