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 Maradona diz que regras de prêmio da Fifa são "burras"
16 de janeiro de 2009 14h45 atualizado às 16h19

Maradona queria votar em Messi no prêmio da Fifa. Foto: AP

Maradona queria votar em Messi no prêmio da Fifa
Foto: AP

Diego Maradona chamou as regras do prêmio de Melhor Jogador do Ano, da Fifa, de "burras" nesta sexta-feira. A eleição não permite que um treinador de seleção vote em um jogador do mesmo país, o que impediu o treinador da Argentina de votar no meio-campista Lionel Messi.

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"Eu tive de escolher outra pessoa, sabendo que Lionel Messi é o melhor jogador do mundo", disse o técnico da seleção argentina, acrescentando que votou em Cristiano Ronaldo, do Manchester United e da seleção portuguesa.

"Quem criou isso é burro", disse. "É inacreditável, votei em Ronaldo quando queria votar em Messi, mas não pude", completou.

Cristiano Ronaldo recebeu o prêmio em uma cerimônia realizada na segunda-feira. Messi ficou em segundo lugar e Fernando Torres, do Liverpool e da seleção espanhola, ficou em terceiro.

O prêmio da Fifa se baseia em votos de técnicos das seleções nacionais e de capitães de 208 associações filiadas ao órgão que controla o futebol.

Maradona falou depois de uma viagem de duas semanas pela Europa, na qual visitou alguns dos melhores jogadores argentinos, seus clubes e seus técnicos. O ídolo elogiou o técnico do Inter de Milão, José Mourinho. "Ele é uma pessoa sensacional", afirmou. "É alguém que admiro".

O treinador também agradeceu ao presidente do Barcelona, Joan Laporta, e ao técnico do time, Pep Guardiola, dizendo que eles concordaram em liberar Messi para o amistoso contra a França no dia 11 de fevereiro.

"Eles se comportaram como cavalheiros e abriram as portas do Barcelona para mim, depois de um longo tempo", disse. "Laporta e eu queremos o melhor para Messi".

No ano passado, a Argentina concordou em não convocar Messi para amistosos internacionais depois que o Barcelona aceitou que ele participasse da Olimpíada de Pequim.

O jogo contra a França será o segundo com Maradona no comando, após sua surpreendente escolha para o cargo. Ele estreou com uma vitória de 1 x 0 sobre a Escócia, em novembro.

Reuters
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