O presidente da Juventus, Giovanni Cobolli Gigli, voltou a comentar sobre o veto do clube italiano à primeira convocação do atacante brasileiro Amauri, esclarecendo que o "caso está encerrado", e que a decisão do time não foi tomada "para agradar ninguém". A informação é da agência Ansa.
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aguarda chance com Dunga
O atacante brasileiro é cobiçado pela seleção italiana de futebol, mas foi convocado por Dunga justamente para o amistoso do Brasil contra a Itália, em substituição ao atacante Luis Fabiano, que está lesionado. Como a convocação de Amauri foi tardia, o clube não tinha a obrigação de liberá-lo, e preferiu vetar a ida do jogador.
Gigli afirmou que tomou a decisão somente "porque tinha o interesse de que Amauri continuasse na Juventus". Caso jogasse pelo Brasil, Amauri não poderia vestir a camisa de outra seleção. Com a proibição do time italiano, o atacante brasileiro, que terá em breve a cidadania italiana, poderá escolher por qual país jogar.
"(O diretor-executivo Jean Claude) Blanc e (o diretor-esportivo, Alessio) Secco conversaram com Amauri e lhe disseram que não queríamos deixá-lo jogar contra o Brasil, e ele concordou", explicou o presidente do clube.
Na mesma linha, o técnico do clube, Claudio Ranieri, explicou que a Juventus não está "em condições" de liberar o jogador, devido à recente queda no rendimento da equipe. O time italiano perdeu as duas últimas partidas do Campeonato Italiano e viu o Milan passar à sua frente, na vice-liderança da competição.
- Redação Terra

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